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Historicamente, a Gerdau investe grande volume de recursos na atualização tecnológica das suas usinas e na capacitação de suas equipes. Essa combinação tem propiciado a manutenção de custos de produção competitivos e gerado resultados positivos a cada exercício. Em 1999, esses investimentos apresentaram uma evolução de 80%, atingindo US$ 703 milhões. Nesse valor está incluída a compra do controle acionário da siderúrgica norte-americana AmeriSteel e o aumento de participação na Açominas (US$ 389 milhões). Ainda foram aplicados US$ 251 milhões na modernização das usinas no Brasil e mais US$ 64 milhões nas unidades do exterior. O crescimento no ritmo de investimentos posicionou a Gerdau entre os maiores produtores mundiais de aço. A meta em 2000 é concentrar esforços para consolidar essa nova configuração. Na área de informática, a instalação do sistema de gestão empresarial SAP R/3, com um custo de US$ 40 milhões, tem garantido avanços significativos na administração dos negócios e no relacionamento com os clientes. Já em relação ao projeto Gerdau Net, que inclui a implantação da Internet, Intranet e o sistema e-business, serão aplicados US$ 5 milhões nos próximos dois anos. Para a preservação do meio ambiente, foram destinados cerca de US$ 25 milhões, principalmente nas áreas de proteção atmosférica, tratamento de efluentes líquidos e resíduos sólidos.

BRASIL

Cosigua











O novo laminador de barras e perfis médios, com capacidade para produzir 350 mil toneladas anuais, teve sua instalação concluída neste exercício, aumentando significativamente a oferta de produtos para os clientes da indústria. Importante registrar, mais uma vez, a aquisição do Mega Shredder por sua importância estratégica no negócio da siderurgia. Acionado por um motor de 6000 Hp, é o mais potente equipamento no processamento de sucata, uma das principais matérias- primas utilizadas pela Gerdau. A Cosigua também expandiu sua capacidade de trefilação e aumentou o volume de produção do CA-60. A modernização do sistema de comando e controle de laminação de barras, a implantação de um novo laminador para produzir perfis de pequena dimensão e a instalação de uma nova linha de galvanização de arames são projetos em andamento que vão trazer futuros acréscimos de produtividade e agilidade operacional à fábrica.

Aços Finos Piratini

O novo laminador de aços especiais que entrou em operação na usina tem precisão dimensional superior à tolerância de desvio da exigente norma de qualidade alemã DIN. A tecnologia, de última geração, está contribuindo para aperfeiçoar a qualidade dos produtos da Aços Finos Piratini e atender melhor à demanda dos clientes do setor automotivo.

A unidade também conta com uma linha de inspeção de barras laminadas totalmente automatizada e com uma nova trefila rolo/barra com inspeção on line. Este último equipamento auxilia no aumento da capacidade de produção graças à alta velocidade de operação, que é de 100 metros por minuto.

Açonorte

A construção da fábrica de Telas Soldadas Nervuradas em Pernambuco levou ao Estado a mais moderna tecnologia em armaduras estruturais para a construção civil. A segunda unidade de Telas Gerdau no País – a outra está localizada em São Paulo – incrementou a capacidade de produção, agregando economia, qualidade e agilidade ao processo construtivo. A inauguração do centro de serviços Armafer está possibilitando às construtoras do Nordeste o uso do vergalhão Gerdau cortado e dobrado de acordo com as especificações de cada projeto arquitetônico. Na laminação, a Açonorte está reformando o sistema de controle e comando do laminador, visando aumentar a capacidade de produção para 300 mil toneladas por ano e obter mais flexibilidade de atendimento ao mercado a partir da redução de custos.

Usiba

Melhorias operacionais, reformas de máquinas e introdução de novos componentes, bem como a modernização do sistema de comando e controle e a adição de novos equipamentos na redução direta e no laminador são alguns dos investimentos realizados nesta unidade. O aprimoramento no processo de fabricação do fio-máquina de alto carbono propiciou o aumento da capacidade de produção, com custos operacionais mais competitivos e benefícios ambientais.

Barão de Cocais

Investimentos na instalação de uma nova máquina de lingotamento contínuo, um forno-panela e a religação do alto-forno irão possibilitar o aumento da capacidade da aciaria em 55%, nos próximos três anos, passando para 345 mil toneladas anuais.

Divinópolis

O início de operação do forno-panela na aciaria trouxe aumento de qualidade e capacidade produtiva, aliado a um maior rendimento metálico. Está em andamento a expansão da capacidade de um dos laminadores para 420 mil toneladas anuais, com instalação de equipamentos auxiliares para expandir a velocidade na produção e na área de estocagem de barras. Também foi construído um novo pátio de sucata.

Açominas

Na Açominas, a Gerdau participa, juntamente com seus sócios, do programa de atualização do parque industrial, com inauguração da primeira fase prevista para o primeiro semestre de 2000. A implantação do sistema de lingotamento contínuo com capacidade para um milhão de toneladas e forno-panela na aciaria, sistema de injeção de finos de carvão, turbina de topo no alto-forno, além de melhorias na sinterização irão elevar a Açominas a um novo patamar tecnológico com significativas reduções de custos operacionais.

São José dos Campos

Foram adquiridos novos equipamentos para a ampliação da capacidade de produção de arames recozidos e barras trefiladas, beneficiando os clientes com qualidade uniforme e produtividade elevada, além de menores custos operacionais.

Cearense

O laminador da Gerdau Cearense está sendo aprimorado com inclusão de novas gaiolas, adaptação de redutores e melhorias gerais na saída. O projeto de duplicação de capacidade iniciado em 1997 será concluído no ano 2000. As modernizações irão garantir a produção de barras e perfis leves para a indústria metal-mecânica.

Riograndense e Guaíra

Em 2000, as duas usinas passam a utilizar o gás natural em substituição ao gás liquefeito de petróleo (GLP) e óleo combustível como forma de otimizar o processo produtivo e incrementar as iniciativas ambientais. Além disso, tiveram investimentos de US$ 11,7 milhões aprovados para a instalação de novos sistemas de despoeiramento.

EXTERIOR

AmeriSteel

Estão sendo investidos US$ 34 milhões no projeto de construção de uma nova aciaria na usina de Knoxville, Tennessee, que irá ampliar a capacidade de produção para 400 mil toneladas anuais e reduzir em 15% o custo da transformação da sucata em billets. Os dois fornos elétricos antigos serão substituídos por um forno de 95 toneladas.

Courtice Steel

Nesta unidade do Canadá foi concluído o revamp completo do lingotamento contínuo, com aumento das seções dos billets de quatro para cinco polegadas e a instalação de dois stands adicionais no laminador. Os investimentos aumentaram a capacidade de produção da usina, com melhorias na qualidade do produto.

MRM Steel

A siderúrgica instalada no Canadá colocou em operação o novo lingotamento contínuo de três veios e o laminador destinado à produção de seções especiais de 10 a 16 polegadas, especialmente orientado para a linha de lâminas para tratores (grader blades).

Sipsa e Sipar

Na Argentina, foi ampliada a capacidade dos fornos de laminação, dos pavilhões de estoques e da fábrica de telas da Sipsa. Na Sipar, completou-se a posta-em-marcha do novo trem intermediário Danieli e do leito de resfriamento para barras, totalmente modernizados.

Aza

No Chile, o maior destaque foi a inauguração da usina de Colina, em Santiago, obra iniciada em 1997 que exigiu recursos de US$ 100 milhões. Na planta de Renca, foi aprovada a modernização do laminador de perfis com o objetivo de ampliar o número de bitolas, expandindo a linha de produtos ao mercado.

Laisa

No Uruguai, destacam-se a construção de um forno de laminação, a instalação de um minibloco Pomini na laminação e o novo sistema de resfriamento controlado de barras para vergalhões de 10-25 mm. Outra conquista foi a certificação de qualidade dos produtos, conferida pelo UNIT (Instituto Uruguaio de Normas Técnicas).



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