Atualização tecnológica das usinas, capacitação das equipes e expansão para outros mercados integram a estratégia de crescimento Gerdau
|
| • | No curso de sua história, o Grupo Gerdau estabeleceu como estratégia de crescimento investir na excelência tecnológica das usinas, na capacitação das equipes e na sua expansão para outros mercados. A soma destes fatores à eficiente gestão do capital permitiu consolidar suas bases em seis países e aprimorar o atendimento aos clientes. |
 |
| • | Nos últimos 10 anos, os investimentos somaram US$ 2,8 bilhões e, em 2001, US$ 360,5 milhões. |
 |
| • | Neste exercício, o Grupo assumiu o controle acionário da Açominas e a maioria qualificada no acordo de acionistas, um importante passo no desenvolvimento da sua estratégia de expansão, que representou, no período, R$ 333,8 milhões (US$ 144 milhões) em recursos. |
 |
| • | A presença nos Estados Unidos foi reforçada com a sua quinta siderúrgica, um investimento de US$ 48,8 milhões. Esta unidade, localizada em Cartersville, está capacitada para produzir até 725 mil toneladas de aço e complementa a linha de produtos da AmeriSteel com bitolas de até 12 polegadas, principalmente no segmento de perfis estruturais. |
 |
| • | Dentro do atual cenário da siderurgia norte-americana, é importante observar que as operações Gerdau nos Estados Unidos atendem aos critérios de competitividade mundial, porque têm como base o conceito de market mill, caracterizado pela compra da sucata - principal matéria-prima - e venda de produtos em mercados regionais, estratégia que também é realizada nos demais países onde o Grupo opera. Nesse contexto, é importante distinguir que as empresas que estão sendo afetadas pela crise no setor são essencialmente unidades integradas, produtoras de aços planos, que possuem custos operacionais menos competitivos e passivos legais históricos. |
 |
| • | O anúncio da construção de uma usina no Estado de São Paulo marca um novo investimento no Brasil voltado para a construção civil. A unidade será construída em duas etapas, cada uma com capacidade instalada de 550 mil toneladas de aço por ano. |
 |
| • | Para este setor da economia, a Gerdau também inaugurou novos centros Armafer para ampliar o serviço de corte e dobra de aço, sistema que agrega valor aos processos construtivos e aumenta a produtividade nas obras. |
 |
| • | A aliança estratégica com a empresa Monteferro permitiu o beneficiamento de guias de elevadores no Brasil e no Canadá. Em 2001, foi inaugurada a fábrica da Monteferro América Latina, sediada em Cotia (SP). |
 |
| • | Na área de energia, o Grupo Gerdau possui 22% de participação social na hidrelétrica Dona Francisca, inaugurada neste exercício. O empreendimento está situado entre os municípios de Agudo e Nova Palma (RS) e possui 125 megawatts de capacidade instalada. |
 |
| • | Os efeitos do racionamento de energia elétrica no Brasil foram minimizados com investimentos em programas para otimização do uso desse insumo e na aquisição de geradores, instalados em pontos estratégicos nas áreas de transformação das usinas Gerdau e na Açominas. |
 |
| • | Os principais destaques na área de tecnologia da informação foram o desenvolvimento de sistemas para consolidar dados em âmbito mundial e do e-procurement, site de negócios com os fornecedores. Na Cosigua, foi implantado o projeto-piloto Management Execution System (MES) para a gestão da produção, que, após consolidado, deverá ser estendido a outras unidades. |
 |
 |
 |
| PRINCIPAIS INVESTIMENTOS |
 |
| • | Os investimentos na modernização das plantas industriais, atualização de equipamentos para a preservação do meio ambiente e pesquisa tecnológica chegaram a US$ 167,8 milhões neste exercício. |
 |
| • | Na área de pesquisa, o Grupo Gerdau possui mais de 20 projetos com universidades para o desenvolvimento de tecnologias e diferenciais competitivos de seus produtos, redução da geração de resíduos e aprimoramento das aplicações desses resíduos em outros segmentos da economia. Realiza também contratos de transferência de know-how em gestão operacional e tecnologia de processos com diversas empresas no mundo. |
 |
Brasil |
 |
| • | A Açominas concluiu neste exercício a reforma do alto-forno, que capacitou a usina para produzir três milhões de toneladas de aço, volume 25% superior em relação a 1997, quando o Grupo Gerdau passou a participar do capital social da siderúrgica. Também tiveram continuidade as obras do laminador de perfis estruturais I e H, que produz bitolas de 150 mm a 610 mm. O equipamento possui uma capacidade instalada de 440 mil toneladas e entrou em operação no início de 2002. |
 |
| • | A Cosigua realizou uma série de investimentos para a complementação da sua linha de produtos. O programa incluiu a capacitação do lingotamento contínuo para ampliar a produção de tarugos de 130 X 130 mm para 160 X 160 mm, nova saída de bobinas de fio-máquina no laminador 2, adição de equipamentos na laminação 3 para a produção de perfis leves e instalação de um novo laminador de perfis pequenos. |
 |
| • | Com a reforma da laminação, a Açonorte agregou novas tecnologias para a melhoria do seu desempenho e a otimização dos custos operacionais. |
 |
| • | Na Riograndense, está em andamento a modernização da aciaria e da laminação, que irão oferecer maior segurança operacional, redução das perdas metálicas e aumento da produtividade. |
 |
Argentina, Chile e Uruguai |
 |
| • | A Gerdau AZA, no Chile, colocou em operação um novo forno-panela na aciaria, equipamento que realiza o refino do aço a partir do ajuste da sua composição e da sua temperatura. Também modernizou o laminador de perfis para ampliar a linha de produtos e unificar o emprego de tarugos de 130 X 130 mm, além de otimizar os custos operacionais. |
 |
| • | No Uruguai, a Laisa instalou o sistema Thermex de resfriamento controlado de barras para aprimorar o nível de excelência dos laminados. |
 |
Canadá e Estados Unidos |
 |
| • | Nos Estados Unidos, o Grupo Gerdau ampliou o atendimento à indústria ao assumir 80% de participação societária em uma nova unidade de transformação, a AmeriSteel Bright Bar, localizada em Orrville, Ohio. A planta industrial fornece barras chatas e quadradas trefiladas. |
 |
| • | A usina de Jacksonville concluiu melhorias na saída do leito de resfriamento de barras e instalou equipamentos para melhorar a qualidade das bobinas. |
 |
| • | Os principais investimentos na unidade de West Tennessee foram a ampliação do sistema de águas de refrigeração da aciaria, novos equipamentos na laminação e a expansão do prédio de estoques. Em 2002, a usina irá ampliar sua linha de produtos para barras redondas e quadradas de até 2½". |
 |
| • | No Canadá, o laminador da Courtice Steel passou a produzir cantoneiras e perfis U de 2½ polegadas, direcionados à indústria e à construção civil. |
 |
| • | A MRM Steel instalou um novo sistema de descarepamento e está implantando um software para gerenciar a produção do laminador devido à multiplicidade da sua linha de produtos. |