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ENDIVIDAMENTO
Ao
final do exercício, a dívida bruta consolidada
era de R$ 7,1 bilhões. Em relação ao
ano anterior, houve um aumento de 71,3%, decorrente principalmente
da consolidação dos passivos da siderúrgica
Co-Steel, do pagamento do aumento de participação
societária na Açominas e da desvalorização
do real frente ao dólar norte-americano. Em contrapartida,
os ativos totais cresceram 48,9%, chegando a R$ 14,6 bilhões.
A
dívida de curto prazo era de R$ 3,7 bilhões
e representava 52,4% do total. Estava composta da seguinte
forma: R$ 518,5 milhões em moeda nacional, R$ 1,6 bilhão
em moeda estrangeira contratada pelas empresas no Brasil e
R$ 1,6 bilhão relativo às operações
efetuadas no exterior.
A
dívida de longo prazo, equivalente
a 47,6% do total, alcançava
R$ 3,4 bilhões, sendo que R$.1.bilhão
era em moeda nacional, R$ 897,9 milhões em moeda estrangeira
contratada pelas empresas no Brasil e R$ 1,5 bilhão
referia-se às empresas no exterior.
Diversas
operações de swap foram realizadas
nos últimos dois anos pelo Grupo Gerdau, com o objetivo
de se proteger das variações do dólar
norte-americano em relação ao real. As dívidas
em dólares foram trocadas por reais indexados a 70%
do CDI, em média. Em 31 de dezembro de 2002, de um
montante de R$ 2,5 bilhões de dívidas contratadas
em moeda estrangeira pelas empresas no Brasil, R$ 2 bilhões
encontravam-se protegidos dessas flutuações.
O
EBITDA representava 5,9 vezes as despesas financeiras líquidas,
excluídas as variações monetária
e cambial. Já a dívida líquida, equivalia
a 2,7 vezes o EBITDA dos últimos 12 meses.
As
disponibilidades e as aplicações financeiras,
ao final do exercício, apresentaram um saldo de R$
1,4 bilhão contra R$ 1 bilhão no ano anterior,
uma expansão de 41,5%. Desse total, 65,6%, equivalentes
a R$ 931,5 milhões, estavam indexados ao dólar. |