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BRASIL
Aços Longos e Especiais
Em 2002, as operações somaram 3,6 milhões
de toneladas contra 3,5 milhões de toneladas no período
anterior. A fabricação de laminados atingiu
3,3 milhões de toneladas - um crescimento de 1%.
A performance no segmento de aços longos foi
marcada pelo aumento de eficiência operacional nas aciarias
- alcançado sobretudo por meio da redução
em 17% das interrupções nos fornos elétricos
- e nos laminadores - o número de barras perdidas diminuiu
50%. Também foi verificado um acréscimo médio
de 10% na utilização dos equipamentos nas trefilas,
nas fábricas de pregos, nas unidades produtoras de
telas e nos centros de serviços de corte e dobra Armafer.
O capital de giro, no mesmo período, apresentou uma
redução de 15%.
No segmento de aços especiais, ocorreu um aumento de
10% na produtividade e de 7% na utilização da
capacidade instalada da Aços Finos Piratini, usina
siderúrgica voltada principalmente para o setor automotivo.
Açominas
Com o aumento da participação societária
na Açominas para 78,9% do capital social, o Grupo Gerdau
passou a consolidar integralmente a produção
da empresa, desde novembro do ano anterior. Em 2001, foi consolidado
1,2 milhão de toneladas de aço contra 2,4 milhões
de toneladas neste exercício. Em laminados, o volume
aumentou para 324,8 mil toneladas, um acréscimo de
140,3%.
Entretanto, o desempenho geral da Açominas manteve-se
no mesmo patamar de 2001. A estabilidade da produção
deveu-se à retomada da operação a níveis
normais após o mês de setembro, quando foi superado
o acidente nos regeneradores do alto-forno, ocorrido em março.
Para 2003, a expectativa da usina é atingir 2,9
milhões de toneladas de aço bruto, um crescimento
de 21%, a partir do retorno do ritmo produtivo e da obtenção
de ganhos decorrentes dos investimentos realizados nos últimos
anos.
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